Quem é ele

Jornalista profissional desde 1966. Começou em A Província do Pará, de Belém, trabalhando em seguida no já extinto Correio da Manhã, do Rio de Janeiro. A partir de então percorreu as redações de algumas das principais publicações da imprensa brasileira. Em 1988 deixou a grande imprensa. Dedicou-se ao Jornal Pessoal, newsletter quinzenal que escreve sozinho há 25 anos, baseada em Belém.

No jornalismo, recebeu quatro prêmios Esso e dois Fenaj, da Federação Nacional dos Jornalistas, que em 1988 considerou o Jornal Pessoal a melhor publicação do Norte e Nordeste do país. Por seu trabalho em defesa da verdade e contra as injustiças sociais, recebeu em Roma, em 1997, o prêmio Colombe d’oro per La Pace. Em 2005 foi indicado à comissão julgadora do prêmio Maria Moors Cabot, da Universidade de Columbia, um dos mais prestigiados do jornalismo interamericano. No mesmo ano recebeu o prêmio anual do CPJ (Committee to Protect Journalists), de Nova York, pelas denúncias que tem feito em seu jornal, na defesa da Amazônia e dos direitos humanos.

Tem 22 livros individuais publicados, todos sobre a Amazônia ou sobre sua batalha pelo direito à informação na região, entre eles: Hidrelétricas na Amazônia, Internacionalização da Amazônia, CVRD: a sigla do enclave na Amazônia, Guerra amazônica, Jornalismo na linha de tiro, Contra o poder, Amazônia sangrada (de FHC a Lula), A agressão, Memória do cotidiano (vários volumes) e Tucuruí: a barragem da ditadura, o mais recente, de 2011. É coautor de numerosas outras publicações coletivas, dedicadas à Amazônia e ao jornalismo. Já participou, como conferencista, de dezenas de encontros dedicados a temas amazônicos, no Brasil e no exterior.

É sociólogo, formado pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1973). Foi professor visitante (1983/84) do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Flórida em Gainesville, EUA. Foi professor visitante no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e no Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Pará.

6 Respostas para “Quem é ele

  1. Renan Albuquerque Rodrigues

    Prezado colega,

    Meu nome é Renan Albuquerque Rodrigues, sou jornalista, atuei durante 12 anos em editorias de meio ambiente e ciência em Manaus e hoje trabalho como docente da Ufam (na disciplina jornalismo ambiental e afins, em Parintins/AM). Sempre fui admirador de sua coragem e me pego com imensa tristeza ao saber de mais uma decisão judicial tal e qual relatada.
    Assisti a uma palestra sua na SBPC de Belém (creio que em 2007, se não me falha a memória) e a partir de então entendi, realmente, o sentido de ser jornalista na (e da) Amazônia. Por conta disso, deixo meus sinceros votos de coragem para enfrentar mais essa batalha no STF, caso assim se dedique.
    Fique certo, porém, que sua luta de vida e sua altivez moral inspiraram e ainda inspiram boa parte do jornalismo sério e comprometido na área socioambiental em todo o país. Além disso, o mundo sabe da influência e vigor de Lúcio Flávio Pinto após mais uma premiação importante.
    Por fim, só tenho a agradecer-lhe por ser quem é. E mesmo que o Judiciário insista em tripudiar sobre sua conta bancária, eles nunca conseguiram alterar sua imagem perante os bons.

    Força, LFP.

  2. CLEBSON

    QUE DEMOCRACIA E ESSA…NAO PODEMOS NOS CALAR DIANTE DOS DESMANDOS DE QUEM TEM DINHEIRO…CONDENE OS MAIORANAS E SUA MATRIZ GLOBO COM SEUS BIG BROTHER DE VIDA MEDIUCRE POR ALIENAÇÃO DE TODA UMA SOCIEDADE !!!

    • PROFº CLEBSON FEITOSA

      QUE DEMOCRACIA E ESSA…NAO PODEMOS NOS CALAR DIANTE DOS DESMANDOS DE QUEM TEM DINHEIRO…CONDENE OS MAIORANAS E SUA MATRIZ GLOBO COM SEUS BIG BROTHER DE VIDA *MEDIOCRE POR ALIENAÇÃO DE TODA UMA SOCIEDADE !!!

  3. Meu nome é Osvaldo Aires e não conheço na minha luta contra esses bandidos aqui relatados nenhum juiz dignos todos são pilantras inclusive as juízas. Que me processem seus bando de bandidos cornos. Chega de esses merdas condenarem pessoas direitas, querem fazer justiça? Condenem então a suas mães por criarem seus filhos da p* no mínimo covardes.

    http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com/2012/03/ordem-dos-advogados-do-brasil-seccional.html#!/2012/03/ordem-dos-advogados-do-brasil-seccional.html

    Vamos à luta
    Osvaldo Aires
    piconsultoria@hotmail.com

  4. A democratização da comunicação é o primeiro e fundamental passo no sentido de se conquistar apoio popular. Sem cidadãos conscientes, a democracia e as reformas que tanto o Brasil necessita, principalmente a educacional e por vias pacíficas o que seria o ideal, jamais serão realizadas. Parabéns por tua biografia e lutas.

  5. Pingback: Todos com Lúcio Flávio Pinto

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