Amanhã, novo número do Jornal Pessoal nas bancas de Belém

Arte: LuizPê

Arte: LuizPê

 

O Jornal Pessoal, edição nº 536, da segunda quinzena de maio, estará nas bancas nesta quinta, 9, com as seguintes chamadas de capa:

MAIORANA

Brasília solta avião

Uma estratégia ardilosa conseguiu liberar o jatinho executivo da empresa de táxi aéreo de Romulo Maiorana Júnior, apreendido pela Receita Federal por fraude. Se o cidadão comum seguir o exemplo, poderá desfrutar desse precedente?

E mais:

  • ELEIÇÃO NOVA, POLÍTICO VELHO
  • UM CONVITE PARA A DEFESA DE BELÉM
  • PARÁ DESPERDIÇA MILHÕES DE FUNDO

Nota de Lúcio Flávio Pinto a esta edição

Mal terminei de escrever e mandar para a gráfica o Jornal Pessoal, que estará amanhã nas bancas (espero), descobri um erro crasso. Erro que só se explica pela combinação de cansaço com demanda exagerada de trabalho, que tem sido a minha rotina há anos (já sem conta). Essa mistura é explosiva. Costuma criar armadilhas das quais, no estado em que nos encontramos, não conseguimos escapar. Para mim a situação ficou pior quando decidi aumentar o jornal em mais quatro páginas (de 12 para 16). Queria atenuar o aumento do preço, de R$ 3 para R$ 5, embora o valor viesse se mantendo por 15 anos. Pior para mim (e para o leitor?). Em outra época, tanto errinho já teria me feito desistir do JP, eu que fui, sabe lá quando, um perfeccionista. Ou pelo menos dar férias gerais: para o jornal, para mim e para o distinto leitor.

Comecei uma nota no novo JP falando da morte do jornalista Antonio Correa Neto no Amapá, uma perda a lamentar no jornalismo regional. Passei, sem perceber, para o livro de João Correa. O Jornal do Avesso, publicado em 1989. Não me perguntem como se deu a metamorfose. Caprichos de um cérebro superaquecido. Lembro-me de um incidente muito mais grave – e de grandiosidade sem paralelo com o meu – com o então secretário de estado dos EUA. Henry Kissinger fazia um pronunciamento. Falava em inglês. De súbito, passou ao alemão, língua de origem. Criou um impacto no auditório (acho que da ONU) e nos Estrados Unidos.

Com o habeas corpus de Kissinger, peço perdão aos familiares de Antonio Correa Neto e João Correa – e aos leitores. Para tentar me penitenciar, prometo que escreverei sobre o muito interessante livro do João sobre O Liberal, que merecia ser reeditado. E, talvez, se fôlego houver, sobre o jornalismo no Amapá.

Lúcio Flávio Pinto

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